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Os software de Libremail podem ser utilizados
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e gratuitamente.
Tradução realizada por um software. Desculpe por favor seus defeitos.
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Apresentação geral Lista dos instrumentos disponíveis até agora: Filtragem dos mails do servidor
Destruídos os mails de certos remetentes identificados por: Os endereços genéricos recorrem aos métacaractères seguintes: Por defeito, a lista dos remetentes de mails cujos destrói-se as mensagens não é conservadas. Se deseja-se fazê-lo, a opção -t permite escolher o nome do ficheiro que conterá os endereços de remetente (declarados) estes de mails e a data da sua destruição. Destruído os mails dos quais de assunto contem uma cadeia de carácteres recusada. As cadeias de carácteres que não se quer ver aparecer nos assuntos dos mails são memorizadas no ficheiro refus_sujet situado no directório raiz do serviço de mensagens (4.a linha do ficheiro de configuração). A sintaxe das linhas de rubrica dos mails (cuja a que contem o assunto) impõe a utilização de codificações para os carácteres especiais, entre os quais os carácteres acentuados. Por defeito, os assuntos dos mails são examinados após conversão destes carácteres especiais. A opção -O permite examinar a cadeia de carácter de Origem, antes de conversão. Com a opção -o, a cadeia de carácteres de origem e a cadeia convertida todos os são testados. Por defeito, a lista dos mails cujos recusa-se o assunto não é conservado. Se deseja-se fazê-lo, a opção -t permite escolher o nome do ficheiro que conterá os assuntos estes de mails e a data da sua destruição. Destruído os mails dos quais recusa-se o destinatário. Esta encomenda é interessante para os spams quando um mesmo mail é enviado à vários destinatários que têm endereços alfabeticamente vizinhos. As cadeias de carácteres que não se quer ver aparecer como destinatário dos mails são memorizadas no ficheiro refus_dest situado no directório raiz do serviço de mensagens (4.a linha do ficheiro de configuração). A sintaxe das linhas de rubrica dos mails (cuja a que contem o destinatário) impõe a utilização de codificações para os carácteres especiais, entre os quais os carácteres acentuados. Por defeito, os assuntos dos mails são examinados após conversão destes carácteres especiais. A opção -O permite examinar a cadeia de carácter de Origem, antes de conversão. Com a opção -o, a cadeia de carácteres de origem e a cadeia convertida todos os são testados. Por defeito, a lista dos mails cujos recusa-se o destinatário não é conservado. Se deseja-se fazê-lo, a opção -t permite escolher o nome do ficheiro que conterá os destinatários estes de mails e a data da sua destruição. Destruído os mails cujo campo nome_campo contem uma cadeia de carácteres recusada. Trata-se de uma encomenda mais genérica que as 2 precedentes. As cadeias de carácteres que não se quer ver aparecer no campo nome_campo são memorizadas por defeito no ficheiro refus_nome_campo situado no directório raiz do serviço de mensagens (4.a linha do ficheiro de configuração). É possível especificar outro ficheiro com a opção -f. Por defeito, este ficheiro é recuperado no directório raiz do serviço de mensagens, menos que precisa-se um caminho de acesso absoluto, ou relativo à este directório. A sintaxe das linhas de rubrica dos mails impõe a utilização de codificações para os carácteres especiais, entre os quais os carácteres acentuados. Por defeito, os assuntos dos mails são examinados após conversão destes carácteres especiais. A opção -O permite examinar a cadeia de carácter de Origem, antes de conversão. Com a opção -o, a cadeia de carácteres de origem e a cadeia convertida todos os são testados. Por defeito, a lista dos mails que filtra-se partir de um campo não é conservada. Se deseja-se fazê-lo, a opção -t permite escolher o nome do ficheiro que conterá o campo nome campo estes de mails e a data da sua destruição. Análise a rubrica dos mails e memoriza em 2 ficheiros distintos: Destruído os mails em HTML puro (frequentemente dos pubs não solicitados) tentando avisar o seu remetente (que para os pubs dão a maior parte do tempo um falso endereço!). Por defeito, quando este campo existe, o mail de advertência é enviado ao endereço que figura no campo Retornar- Return-Path: (endereço em regresso) figurando na rubrica do mail destruído, antes que ao endereço do remetente declarado (campo From:), que não continua o remetente real. Mas a utilização do endereço em regresso pode colocar problemas se o mail é procedente de uma lista de discussão ou de divulgação (mailling list). A opção -e permite enviar os mails de advertência aos endereços de remetentes (campo From:) Por defeito, o mail de advertência é enviado com o verdadeiro endereço do destinatário que recusou a mensagem. O problema é que certos fornecedores de spams utilizam os endereços das mensagens enviadas em resposta para spammer ainda mais! A opção -p permite acrescentar um prefixo ao endereço que aparecerá na rubrica do mail. O prefixo por defeito (opção -pd) está suphtm. por exemplo se o endereço do remetente é: truc@fournisseur.fr, o remetente que figura na rubrica do mail enviado será: suphtm-truc@fournisseur.fr pode-se pôr o prefixo de sua escolha utilizando a sintaxe: suphtm -p prefixa ficheiro_configuração A opção -s é uma opção "silenciosa". Nenhuma mail é enviada para avisar os remetentes de mails em HTML puro apenas a sua mensagem foi destruída. Ainda que esta opção não é ideal com os remetentes honestos, pode constituir um último recurso contra os abrutis evitando comunicar-lhes que coxeados cartas é-o consultadas. Por defeito, a lista dos remetentes de mails em HTML puro cujos destrói-se as mensagens não é conservadas. Se deseja-se fazê-lo, a opção -t permite escolher o nome do ficheiro que conterá os endereços de remetente (declarados) estes de mails e a data da sua destruição. Destruído os mails que excedem uma dimensão limite e que não provêm de um remetente autorizado para enviar-o. Os endereços de remetentes autorizados são memorizados no ficheiro accept_gros situado no directório raiz do serviço de mensagens (4.a linha do ficheiro de configuração). O remetente destas mensagens é prevenido por um mail que também é enviado em cópia ao destinatário da mensagem destruída. Destruído os mails recebidos em cópia escondida, tentando avisar os remetentes estes de mails. Por defeito, o mail de advertência é enviado com o verdadeiro endereço do remetente. O problema é que certos remetentes de spams utilizam os endereços das mensagens enviadas em resposta para spammer ainda mais! A opção -p permite acrescentar um prefixo ao endereço que aparecerá na rubrica do mail. O prefixo por defeito (opção -pd) está supbcc. Por exemplo se o endereço do remetente é: truc@fournisseur.fr , o remetente que figura na rubrica do mail enviado será: supbcc-truc@fournisseur.fr Pode-se pôr o prefixo de sua escolha utilizando a sintaxe: supbcc -p prefixa_choisi ficheiro_configuração A opção -s é uma opção "silenciosa". Nenhuma mail é enviada para avisar os remetentes de mails em cópia escondida apenas a sua mensagem foi destruída. Mesmo se esta opção não é ideal com os remetentes honestos, pode constituir um último recurso contra os abrutis evitando comunicar-lhes que coxeados às cartas é-o consultado. Por defeito, a lista dos remetentes de mails em cópia escondida cujos destrói-se as mensagens não é conservadas. Se deseja-se fazê-lo, a opção -t permite escolher o nome do ficheiro que conterá os endereços de remetente (declarados) estes de mails e a data da sua destruição. Destruído do servidor de serviço de mensagens os mails cujos números passaram em parâmetro. Os números de mails são os afixadas pela encomenda sjmails . Com a opção -a, todos os mails presentes sobre o servidor de serviço de mensagens são destruídos. Se não, pode-se indicar um ou vários números de mail a destruírem. Se há vários mails a destruir, os seus números são separados por , (sem espaço entre os números). Pode-se também definir intervalos utilizando o carácter - : número_início-número_fim Visualização dos mails do servidor
Cartaz o número de mails presentes sobre o servidor de serviço de mensagens. Por defeito, uma frase indica o número de mails presentes. Com a opção -n a afixação limita-se um número. Cartaz as características dos mails presentes sobre o servidor. 3 modos de afixação estão disponíveis: O modo de afixação por defeito é o da opção -s . No modo de afixação simplificado (opções -s e -e), as linhas afixadas contêm por defeito 80 carácteres. A opção -w permite alterar o número de carácteres por linhas. Por defeito, os mails são classificados na ordem de chegada sobre o servidor de serviço de mensagens. Com a opção -i são classificados do último chegado ao primeiro chegado. Cartaz o conteúdo de um mail presente sobre o servidor. Se um campo da rubrica (nomeadamente To: e Cc:) ocupa várias linhas, só a primeira linha será afixada. Téléchargement do mail permitirá ver este campo em totalidade. Se o mail comporta várias secções, esta encomenda visualiza o texto do mail e os nomes dos ficheiros em anexo. Se a opção -h é utilizado, é a secção text/html (sem conversão das balizas) que é apresentada ao lugar da secção text/plain. Se a opção -H é utilizado, a secção text/html é anunciada após supresión das balizas HTML e conversão de certas índoles especiais da forma &...; Se um nome de ficheiro em anexo comporta pelo menos 2 extensões, ou só uma extention outro o que .exe , e que o conteúdo do ficheiro começa pela assinatura do realizável MS-DOS/Windows, pela indicação VÍRUS ? será afixado igualmente. Downloading dos mails
Faz o download dos mails do servidor e memoriza-o em ficheiros de nome r<número>.n (com um número de ordem dos 7 números). É igualmente possível fazer o download de um mail específico (identificado pelo seu número). Neste caso, este mail é conservado sobre o servidor. Os números de mails são os afixadas pela encomenda sjmails . Por defeito, se faz o download-se dos mails, é suprimido do servidor. Se de o faz o download-se apenas um único, é conservado sobre o servidor. A opção -k permite conservar o(s) mail(s) feitos o download sobre o servidor todos os casos. A opção -d permite suprimi(r)-lo todos os casos. Alternativa de chargemail, mais particularmente destinada aos que utiliza uma linha telefónica clássica. O problema na hora téléchargement de uma lista importante de mails (com chargemail como com os mailers do comércio) é que em casos de acórdão de transmissão durante téléchargement, os mails recuperados permanecem sobre o servidor e serão novos feitos o download da vez seguinte. Para evitar este problema, chargepartaille faz o download primeiro dos mails mais pequenos, seguidamente por dimensão crescente, e suprime periodicamente do servidor os mails já feitos o download, sem estar a esperar que sejam-no todos. Faz o download dos mails do servidor cujo campo nome_campo contem a cadeia de carácteres cadeia_campo (funcionamento por defeito). A opção -n permite fazer o download dos mails cujo campo nome_campo não contem esta cadeia de carácteres. Por defeito, os mails feitos o download são suprimidos do servidor. A opção -k permite conservar-o sobre o servidor. A opção -d está sem efeito (funcionamento por defeito) e não existe único para a compatibilidade sintaxe com a encomenda chargemail. Faz o download dos mails do servidor que provêm de um remetente posicionado no ficheiro accept_adr situado no directório raiz do serviço de mensagens (4.a linha do ficheiro de configuração). Por defeito, os mails feitos o download são suprimidos do servidor. A opção -k permite conservar-o sobre o servidor. A opção -d está sem efeito (funcionamento por defeito) e não existe único para a compatibilidade sintaxe com a encomenda chargemail. Faz o download dos mails do servidor cujo campo nome_campo contem uma cadeia de carácteres posicionado por defeito no ficheiro accept_nome_campo situado no directório raiz do serviço de mensagens (4.a linha do ficheiro de configuração). É possível especificar outro ficheiro com a opção -f. Por defeito, este ficheiro é recuperado no directório raiz do serviço de mensagens, menos que precisa-se um caminho de acesso absoluto, ou relativo à este directório. Por defeito, os mails feitos o download são suprimidos do servidor. A opção -k permite conservar-o sobre o servidor. A opção -d está sem efeito (funcionamento por defeito) e não existe único para a compatibilidade sintaxe com a encomenda chargemail. Instrumento permitindo a triagem dos ficheiros mails feitos o download
Cartaz para cada mail de um directório as linhas da rubrica que comportam uma palavra chave, precedidos do nome do ficheiro em causa. Este instrumento combinado com grep (fgrep, egrep), sed, cut, mv, etc.... permite repartir os ficheiros mails feitos o download em diversos directórios em função das suas características: Um ficheiro shell muito completo é fornecido como exemplo. Visualização dos mails feitos o download
Cartaz as características dos ficheiros mails presentes num directório específico. 2 modos de afixação estão disponíveis:
Os mails são classificados por ordem crescente dos nomes de ficheiros. Neste modo de afixação, as linhas afixadas contêm por defeito 80 carácteres. A opção -w permite alterar o número de carácteres por linhas. A opção -i inverte a ordem de afixação. Os mails são classificados por ordem numérica decrescente dos nomes de ficheiros (ou por ordem ASCII decrescente). Cartaz o conteúdo de um ficheiro mail específico. Se o ficheiro mail comporta várias secções, esta encomenda visualiza o texto do mail e os nomes dos ficheiros em anexo. Se a opção -h é utilizado, é a secção text/html (sem conversão das balizas) que é apresentada ao lugar da secção text/plain. Se a opção -H é utilizado, a secção text/html é anunciada após supresión das balizas HTML e conversão de certas índoles especiais da forma &...; Se um nome de ficheiro em anexo comporta pelo menos 2 extensões, ou um único extention outro o que .exe , e que o conteúdo do ficheiro começa pela assinatura dos realizáveis MS-DOS/Windows, pela indicação VÍRUS ? será afixado igualmente. Ambiente integrado de tratamento dos ficheiros mails
Cartaz a arborescência dos directórios destinados nos ficheiros mails e permite: No entanto, a análise que leva apenas sobre os nomes de ficheiros é menos fina que a de vmailsj. A opção -i não é utilizado directamente por vmaildir mas passado em parâmetro na hora de uma chamada de vmailsj para inverter a ordem de afixação. Defeito demasiado menor para justificar uma correcção: A primeira vez que cria-se ou que suprime-se um mail, um sob directório (sortie ou poubelle) é criado. Não aparecerá sequência na lista dos directórios apresentados. Será necessário relançar vmaildir para vê-lo. Cartaz as características principais dos ficheiros mail de um directório (uma linha por mail). Por defeito, os mails são escolhidos por ordem cronológica crescente das datas e horas (fuso horário não tratado, conformemente tendência europeia à majoritária para o ajustamento e a configuração das máquinas). A opção -i permite inverter a ordem de afixação. De acordo com a natureza do mail (que entra ou de saída), é quer o remetente, quer o destinatário que é afixado. Pode-se: Os mails penetrantes ainda não visualizados (sufixo .n) são afixados em brilho intensified. Após o primeiro exame, estes ficheiros são afixados em brilho normal ou não aparecidos mais na lista se forem suprimidos. Cartaz o conteúdo de um ficheiro mail (texto do mail e nomes dos ficheiros em anexo) e permite: Recuperação de ficheiros em anexo
Recupera os ficheiros em anexo contidos num mail. Se a raiz dos directórios do serviço de mensagens for conhecida (chamada desde o vmaildir -> vmailsj -> vmailfic), os ficheiros em anexo são memorizados em: Os nomes de ficheiros recuperados não conterão brancos. Criação de ficheiros mails
Os ficheiros mails criados têm um nome da forma e<número> com um número de ordem de 7 números. São memorizados no directório sortie . O editor de textos vi é utilizado por defeito. Se prefere-o -se utilizar outro editor, será suficiente pôr o seu nome na variável de ambiente $EDITOR. Criação de um ficheiro mail. Permite de apreender o assunto do mail, a mensagem, seguidamente de seleccionar os destinatários a partir da caderneta de endereço (ficheiro carnet-adr situado no directório raiz do serviço de mensagens - 4.a linha do ficheiro de configuração). Pode-se também apreender manualmente destinatários que não figuram na caderneta de endereço. Todos os tipos de destinatários (principais, em cópia e cópia escondida) são aceites. Se um ficheiro signature (assinatura) for criado no directório raiz do serviço de mensagens, o seu conteúdo, precedido de uma linha de travessões, é acrescentado ao fim do texto dos mails criados. Resposta a um ficheiro mail recebido. O assunto do mail de resposta é gerado automaticamente. A mensagem é reproduzida (campos principais da rubrica compreendidos) com > à cada linha. A lista de eventuais ficheiros em anexo (mas não o seu conteúdo) é acrescentada ao fim da mensagem. A assinatura eventual (ver cremail) aparece igualmente. Pode apreender a resposta sob o editor VI ou o editor mencionado na variável de ambiente $EDITOR. A escolha dos destinatários da resposta faz-se automaticamente a partir de uma ementa que oferece até à 7 possibilidades. Redireccionamento de um mail recebido para outros destinatários. O assunto do mail transferido é gerado automaticamente. O mail transferido compreende o texto do mail (em modo texto) e os ficheiros em anexo. Dobrado HTML eventual da mensagem não é conservado. A assinatura eventual réexpéditeur não é acrescentada. Pode-se seleccionar os destinatários a partir da caderneta de endereço e escolher outros que não há. Instrumento que permite acrescentar peças juntadas um mail a enviar. Os nomes dos ficheiros em anexo podem ter passado em parâmetro ou ter apreendido ao teclado. Os eventuais brancos nos nomes de ficheiros são suprimidos automaticamente. Expedição de ficheiros mail
Envia os mails presentes no directório sortie e desloca os ficheiros correspondentes no directório dos mails envoyes . Se os ficheiros mail não comportam menção de remetente, a é acrescentada a partir do ficheiro de configuração. Notas O ficheiro de configuração O ficheiro de configuração frequentemente mencionado nesta documentação comporta 6 linhas:
Para resumir, os 3 primeiras linhas do ficheiro de configuração
contêm as informações necessárias para consultar as avenidas
recebidas.
Em vez precisar o nome utilizador e/ou a palavra de passagem (em
claridade) no ficheiro de configuração, pode-se pedir ao operador
que apreenda-o. 3. ?pass
É igualmente possível precisar no ficheiro de configuração uma
palavra de passagem cifrada. Para evitar revelar a totalidade ou
parte da chave de cifragem utilizando-o 2 vezes, o nome utilizador
permanecerá em claridade. Ver o capítulo seguinte para mais detalhes sobre a maneira de proceder.
Por defeito, as diferentes ferramentas de Libremail utilizem o
porto 25 para comunicar com o servidor SMTP. Se vosso provedor de
acesso internet impõe de utilizar outro porto para enviar as
avenidas, pode-se precisá-lo na última linha do ficheiro
configuração na sequência do nome do servidor SMTP.
Às vezes, os Provedores de Acessos Internet impõem recorrer
à autenticação SMTP para enviar avenidas. Neste caso, um
ficheiro suplementar é necessário para descrever a fase de
autenticação.
6. >
chemin_d'accès_fichier_authentification_SMTP Ver o capítulo 12 para a descrição do conteúdo deste ficheiro de autenticação. Cifragem da palavra de passagem Para utilizar palavras de passagem cifradas nos ficheiros de configuração, procèdera de maneira seguinte:
Observação sobre a segurança da cifragem: Trata-se de uma cifragem simples e reversível. Para garantir a confidencialidade das palavras de passagem cifradas, é recomendado de não conservar o ficheiro clecrypt.h e o realizável cryptepass sobre a máquina (e a fortiori sobre a conta utilizadora) que contem o ficheiro de configuração com a palavra de passagem cifrada. No entanto, sem estar a descodificar a palavra de passagem, continuará a ser possível à uma terceira pessoa aceder aos mails se recupera à vez o ficheiro de configuração e as encomendas descritas nos capítulos 2 e 3 desta documentação. Contra todo, se uma mesma palavra de passagem for utilizada para a gestão de um sítio web e por conta Correio electrónico associado, esta cifragem tornará a palavra de passagem menos visível. É necessário conhecer a encomenda cryptepass Libremail ou o seu funcionamento para decifrar a palavra de passagem. O ficheiro de autenticação SMTP Para poder realizar uma autenticação SMTP dantes o envio de avenidas, é necessário de criar um ficheiro de autenticação tendo a estrutura seguinte :
As primeiras linhas do ficheiro de autenticação descrevem as características da conexão SMTP. A primeira linha contem o nome do servidor SMTP utilizado por fornecedor de acesso Internet que é conectado-se. Seria a informação presente na 6.a linha do ficheiro de configuração se a autenticação SMTP não fosse necessária. Por defeito, a conexão SMTP utiliza o porto 25. É-se necessário de utilizar outro porto, é indicado na linha seguinte baixo a forma : port número_de_porto Uma linha vazia é necessária para indicar que a primeira parte do ficheiro de autenticação é terminada.
As linhas de texto quem seguem contêm as diferentes mensagens a
enviar ao servidor SMTP para realizar a autenticação. As mensagens do diálogo de autenticação são transmitidas utilizando a codificação BASE64. A fim de simplificar a apreensão resposta a enviar, pode-se pedir à Libremail de efectuar a conversão. Para aquilo, a linha a converter começará cadeia de 4 carácteres "b64 " seguida da mensagem a enviar em claridade. Exemplo
O provedor de acesso Tele2 utiliza na França o servidor SMTP
smtp.tele2.fr com o qual se pode dialogar graças ao porto
587. Supomos que um utente possui a conta cxu-1a2-b3c e daí tenha escolhido como palavra de passa supersecret (súper segredo). Seu ficheiro de autenticação SMTP poderá estar :
port 587 auth login b64 cxu-1a2-b3c b64 supersecret
Pode ser preferível não deixar certas informações em claridade no
ficheiro de autenticação. Para aquilo, o instrumento convb64
permite converter uma linha de texto em base64 se dactilografa-se
b64 em começo de linha, ou desde a base64 se cola-se
directamente a cadeia a converter.
port 587 auth login Y3h1LTFhMi1iM2M= c3VwZXJzZWNyZXQ= |